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		<title>GAJOP saúda a iniciativa da PFDC do MPF</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 16:12:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O GAJOP saúda a iniciativa da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal em colecionar e disponibilizar os documentos relativos aos direitos humanos internacionais, tratados e órgãos de efetivação dos Sistemas Global (ONU) e Regional (OEA), dos quais o Brasil faz parte. Trata-se da primeira iniciativa desse gênero em se tratando de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O GAJOP saúda a iniciativa da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal em colecionar e disponibilizar os documentos relativos aos direitos humanos internacionais, tratados e órgãos de efetivação dos Sistemas Global (ONU) e Regional (OEA), dos quais o Brasil faz parte.</p>
<p>Trata-se da primeira iniciativa desse gênero em se tratando de um órgão estatal brasileiro. Uma inicitiva a ser reproduzida dentre os demais entes federativos.</p>
<p>O material pode ser acessado a partir de <a href="http://midia.pgr.mpf.gov.br/pfdc/hotsites/sistema_protecao_direitos_humanos/abertura2.html">http://midia.pgr.mpf.gov.br/pfdc/hotsites/sistema_protecao_direitos_humanos/abertura2.html</a></p>
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		<title>Nota da ANCED sobre decisão do STJ</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 16:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NOTA PÚBLICA A Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente – ANCED – Seção Brasil da Defense for Children Internacional – DCI torna pública nota contra a decisão do Superior Tribunal da Justiça -STJ, que absolveu acusado de estupro de vulneráveis. Quanto à decisão da Terceira Seção do Superior Tribunal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="CENTER"><strong>NOTA PÚBLICA</strong></p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY"><strong>A Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente – ANCED – Seção Brasil da Defense for Children Internacional – DCI torna pública nota contra a decisão do Superior Tribunal da Justiça -STJ, que absolveu acusado de estupro de vulneráveis.</strong></p>
<p align="JUSTIFY">
<p><span style="font-size: small;">Quanto à decisão da Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça, de relatoria da Ministra Thereza de Assis Moura, que inocentou um homem da acusação de ter estuprado três vulneráveis de 12 anos de idade sob a afirmativa de que elas “já se prostituíam havia algum tempo”, a ANCED- Seção DCI – declara:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-size: small;">Direitos Sexuais são direitos humanos e toda criança e adolescente tem direito a um desenvolvimento sexual saudável e livre de qualquer forma de violência ou discriminação;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">A decisão mostra todo o preconceito de setores do Judiciário brasileiro, a partir do momento que considera o mercado do sexo como criadora de meninas e mulheres de segunda categoria, ou seja, com menos direitos. Portanto, cabem a todos refletirem sobre a questão: será que mulheres e meninas na prostituição ou na exploração sexual têm menos direitos? Logo, podem ser estupradas?</span></li>
<li><span style="font-size: small;">A prática sexual por adolescentes mediante pagamento ou outra forma de retribuição constitui o delito de exploração sexual, nos termos do Código Penal e do Estatuto da Criança e do Adolescente. Portanto, não pode ser utilizado como argumento para impedir a responsabilização do acusado, tendo por base argumentos moralistas e sexistas. </span></li>
<li><span style="font-size: small;">A legislação brasileira tratou a prática sexual com pessoas com menos de 14 anos como presunção de violência até 2009 e a partir da lei 12015/2009 como estupro de vulnerável. O caso em análise diz respeito ao modelo anterior;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">A prática do crime de exploração sexual virou argumento para inocentar o réu do delito de estupro e atribuir a responsabilidade pelo ocorrido às adolescentes;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">Mais uma vez setores do Judiciário brasileiro relativizaram a violência praticada contra crianças e adolescentes, desconsiderando seus direitos sexuais e sua condição de pessoa em processo de desenvolvimento.</span></li>
<li><span style="color: #222222;"><span style="font-size: small;">Com a proximidade dos Megaeventos no Brasil (Copa do Mundo e Olimpíadas) além do contexto das grandes obras de infraestrutura, anunciadas como prioridades pelo governo brasileiro, crianças e adolescente ficam cada vez mais vulneráveis a situações de violência sexual. Assim uma decisão, como esta, fragiliza os pressupostos jurídicos de proteção da infância fundamentais para a garantia de seus Direitos.</span></span></li>
</ol>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY">Brasília/DF, 30 de março de 2012.</p>
<p align="JUSTIFY">Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente &#8211; ANCED</p>
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		<title>REVISTA GAJOP DE DIREITOS HUMANOS chamada oficial</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 16:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[REVISTA DIREITOS HUMANOS/GAJOP EDITAL Mediação de Conflitos, Direitos Humanos e Acesso à Justiça: reflexões e práticas, ano 2012 Versão impressa e eletrônica Chamada para apresentação de artigos A Revista Direitos Humanos/GAJOP é um publicação do Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares &#8211; entidade de promoção e defesa dos Direitos Humanos-, com o objetivo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>REVISTA DIREITOS HUMANOS/GAJOP</h3>
<p>EDITAL</p>
<p><strong>Mediação de Conflitos, Direitos Humanos e Acesso à Justiça: reflexões e práticas, ano 2012<br />
Versão impressa e eletrônica</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Chamada para apresentação de artigos</span></p>
<p>A Revista Direitos Humanos/GAJOP é um publicação do Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares &#8211; entidade de promoção e defesa dos Direitos Humanos-, com o objetivo de ser um espaço de aprofundamento teórico e sistematização de experiências práticas relacionadas a temas de direitos humanos.</p>
<p>Serão aceitos artigos, ensaios, entrevistas inéditas que versem sobre Mediação de Conflitos, à Luz dos Direitos Humanos e Acesso à Justiça: reflexões. O trabalho original deverá ser submetido exclusivamente via e-mail até o dia 20 de maio de 2012. Após a recepção do material, os editores responsáveis entrarão em contato com os autores, até o dia 30 de maio de 2012, também por e-mail, para a divulgação dos aceites.</p>
<p>A presente publicação faz parte do Núcleo de Investigação em Métodos Não-Violentos de Resolução de Conflitos e Direitos Humanos &#8211; NUIDH, projeto apoiado pela União Europeia, com o objetivo de difundir o conhecimento sobre métodos de resolução de conflitos, direitos humanos e acesso à justiça. Esta edição temática tem como objetivo reunir uma série de artigos, ensaios, entrevistas discutam:</p>
<p>I – Mediação de Conflitos, Direitos Humanos e Acesso à Justiça:<br />
1. Métodos Não-Violentos de Resolução de Conflitos e Direitos Humanos;<br />
2. Mediação de Conflitos à Luz dos Direitos Humanos;<br />
3. Justiça Restaurativa e Direitos Humanos;<br />
4. Direitos Humanos, Conflitos Sociais e Mediação de Conflitos;<br />
5. Educação em Direitos e Mediação de Conflitos no Ambiente Educacional;<br />
6. Acesso à Justiça e Garantia de Direitos;<br />
7. Direitos Humanos e Acesso à justiça.</p>
<p>II &#8211; Experiências Práticas na área de Mediação de Conflitos e Justiça Restaurativa.</p>
<p>I. DA FORMATAÇÃO DO ARTIGO:<br />
Os artigos propostos deverão ser originais, em idioma português ou espanhol e estar em uma versão definitiva. Os trabalhos devem ser digitados em Arial, corpo 11, espaço 1,5, com até 15 laudas (máximo), excluídas as páginas destinadas à bibliografia e anexos. As notas explicativas devem ser feitas no sistema de notas de rodapé e as referências bibliográficas pelo formato autor/data (ABNT). Os artigos propostos devem ser acompanhados de três palavras-chave e de um resumo, que não deve exceder 700 caracteres com espaçamento. Os nomes dos(as) autores(as) e suas respectivas biografias (máximo de 300 caracteres com espaçamento) devem estar incluídos na página de rosto do documento, na qual também deve-se está identificada a instituição da qual os(as) autores(as) participam.</p>
<p>II. DO ENVIO:<br />
Os artigos podem ser enviados a partir do dia 2 de abril do ano corrente, tendo como prazo final para recebimento, o dia 29 de junho. Os artigos deverão ser enviados, impreterivelmente, para o e-mail: revistadireitoshumanosgajop@yahoo.com.br e no assunto do e-mail deverá ser especificado: “ARTIGO REVISTA MEDIAÇÃO E DIREITOS HUMANOS”.</p>
<p>III. DA ANÁLISE DOS ARTIGOS E DIVULGAÇÃO DO RESULTADO<br />
Os artigos serão submetidos à apreciação da Comissão Editoria, cuja decisão é soberana. A lista com os artigos aceitos para publicação será divulgada no dia 31 de julho de 2012, no site do GAJOP: www.gajop.org.br.</p>
<p>IV – A Comissão Editorial comunicará ao(s) autor(es) se o trabalho foi aceito sem restrições, aceito com sugestão de alteração ou recusado. Caso os trabalhos necessitem de alguma modificação, o referido Conselho dará um prazo para que o(s) autor(es) faça(m) as modificações solicitadas, sendo possível ainda a recusa da publicação por parte do Conselho Editorial.</p>
<p>V- Cronograma de Seleção, Edição e Publicação:<br />
5.1. Abertura da Chamada: 02 de abril de 2012.<br />
5. 2. Recebimento de trabalhos: até 20 de maio de 2012<br />
5.3. Divulgação de aceites e prazo para correções: 30 de maio a 5 de junho de 2012<br />
5.4. Edição e editoração eletrônica: 6 a 20 de junho de 2012<br />
5.5. Publicação: julho de 2012</p>
<p>Recife, 02 de abril de 2012</p>
<p>Ana Célia de Lima<br />
Coordenação Executiva GAJOP</p>
<p>Luis Emmanuel Barbosa Cunha<br />
Coordenação Executivo GAJOP</p>
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		<title>Ministério Público no cumprimento da sentença do Araguaia</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 19:03:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na quarta-feira, 14 de março, o Ministério Público Federal apresentou denúncia criminal junto à Justiça Federal em Marabá sobre sequestro de militantes políticos na década de 1970. A investigação e o processamento criminal fazem parte de um dos pontos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que condenou o Estado Brasileiro por violação de Direitos Humanos quanto ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na quarta-feira, 14 de março, o Ministério Público Federal apresentou denúncia criminal junto à Justiça Federal em Marabá sobre sequestro de militantes políticos na década de 1970.</p>
<p>A investigação e o processamento criminal fazem parte de um dos pontos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que condenou o Estado Brasileiro por violação de Direitos Humanos quanto ao desaparacimento forçado dos militantes no conhecido Caso Araguaia.</p>
<p>Para ler mais sobre o caso, inclusive a denúncia, <a href="http://www.prpa.mpf.gov.br/news/2012/mpf-denuncia-curio-por-sequestros-na-guerrilha-do-araguaia">clique aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>De olho em Belo Monte&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 17:01:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para relator, ignorar Belo Monte seria “irresponsabilidade” 13/03/2012 &#8211; 10h39 Justiça Nacional Luciana Lima Repórter da Agência Brasil Brasília &#8211; O relator da missão realizada pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) à Terra do Meio, o jornalista Leonardo Sakamoto, disse hoje (13) que não tem como atender ao pedido da ministra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Para relator, ignorar Belo Monte seria “irresponsabilidade”</h1>
<div>
<div>13/03/2012 &#8211; 10h39</div>
<div>
<ul>
<li><a title="" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/justica" rel="tag">Justiça</a></li>
<li><a title="" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/nacional" rel="tag">Nacional</a></li>
</ul>
</div>
<div>
<p>Luciana Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em><br />
Brasília &#8211; O relator da missão realizada pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) à Terra do Meio, o jornalista Leonardo Sakamoto, disse hoje (13) que não tem como atender ao pedido da ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que quer suprimir a parte do relatório que trata das violações de direitos humanos devido à construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA).</p>
<p>Ontem (12), a <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-13/maria-do-rosario-quer-mudanca-no-relatorio-sobre-belo-monte">ministra disse à <strong>Agência Brasil</strong> que pediu ao relator a reformulação do parecer</a>, por considerar que o documento deveria abordar especificamente a questão da violência no campo.</p>
<p>De acordo com Sakamoto, seria “irresponsabilidade” não tratar do assunto no documento, já que a maior parte das pessoas ouvidas durante a visita à Terra do Meio relatou situações de violações em decorrência da construção da usina.</p>
<p>“É um relatório sobre violência. A questão de Belo Monte é um capítulo desse relatório. Seria uma irresponsabilidade minha não colocar isso no documento visto que as pessoas ouvidas, as comunidades indígenas, as entidades da sociedade civil organizada e o próprio Ministério Público fizeram relatos de situações que configuram violência ou riscos decorrentes da construção da usina”, destacou o relator à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>Sakamoto também disse que o relatório traz recomendações importantes para o governo no sentido de sanar os problemas causados pelo impacto do empreendimento na região da Terra do Meio. “Eu espero que o governo tenha a sensibilidade de colocar o relatório em votação porque ele apresenta recomendações importantes para melhorar as condições de vida da população que vive na Terra do Meio”, defendeu o relator, que está em Washington (EUA).</p>
<p>Continue lendo em: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-13/para-relator-ignorar-belo-monte-seria-“irresponsabilidade">http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-13/para-relator-ignorar-belo-monte-seria-“irresponsabilidade</a>”</p>
</div>
</div>
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